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Então, você tinha colocado ali naquela lista, em Sença Teixe, como a possibilidade de Piano Sol.
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Eu achei ótimo, e aí falou até um papo, porque o Pedro, que está já em trabalho comigo aqui,
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ele está tocando em Sença Teixe, ele fez um arranjinho de Piano Sol.
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E ele até tocou na central do Brasil, a gente fez um evento na central do Brasil agora,
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no dia de Internacional do Piano.
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Ah, cara, se é um da Globo, saindo do NJTV.
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Fizemos um conselho, eu estou no Piano de Caldo, na central do Brasil.
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Cara, foi uma barata, isso é que ele tocou em Sença Teixe, muito legal.
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Que foi um arranjinho que ele fez de Piano Sol, que eu falei para ele escrever como exercício.
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Depois eu vou te mostrar para ver quais são as soluções dele, a gente dá uma analisadora que ele está fazendo.
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Ele tem 18 anos, vai fazer THM, que quer fazer falta de música e tal,
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o que é que é fazer, baixar é um em Piano.
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Aí, ele faz aula comigo, também faz aula com uma outra professora,
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mas voltada para o repertório de músicas conselhos.
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Então, olha só, esse aqui, eu também vou sugerir para você fazer dois tipos de estudos.
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Que é, toquei aqui, sem a melodia, sem eu, sem a fundamental dos acordes, sem baixo.
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Vamos de poder fazer.
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Você já fez ele levada de Bolsa Nova, assim?
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Essa é o primeiro estudo.
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Então, aqui, há o 2-5, você lisa aqui.
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O 2-5 da arria.
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Essa é o pouco da arria.
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Então, aí aqui, que começa a brincadeira.
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Por quê? Porque tem muitas passagens dominantes.
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Então, aí as tensões, às vezes a gente fica meio perdido.
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Entendeu? Tipo, como usar, quais usar.
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E por quê? O que acontece?
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Quando a gente vai fazer um dominante, assim, sobre 5, essa passagem climática,
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às vezes, se eu faço uma corte, esse corte me distancia muito da tonalidade.
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Ele me joga, ele acaba sendo muito outside, ele está fora.
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Entendeu? Então, se eu quero, se eu quero.
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E isso aqui, isso aqui é parecido de sim.
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Porque o Jovem faz uma passagem que é muito parecido com o outro nível também.
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Nessa coisa desse 2-5, o que vai ser?
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De antipar, aí tem um cromático, aí depois ele vai descendo um cromático.
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Até chegar aqui. Isso aqui tem um que é o outro nível.
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Isso aqui não, mas esse cromático descendo, qual a gente faz isso.
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O Jovem faz a mesma coisa aqui.
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Com se fosse isso.
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Que? E aí explicando aqui, explicando o que seria.
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Vamos usar os dois exemplos.
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Que ia cair nos bimóis aqui.
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A gente vai chegar aqui, aqui que a gente quer chegar.
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O que acontece? Esse cara aqui vira um sol bimóis, certo?
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Só que esses caras são muito parecidos, porque eles têm muito trítulos.
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Mas só que o que vai diferenciar?
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Que se eu quiser, que esse cara seja mais parecido com dor,
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eu uso o sostenido 11, que eu vou ter.
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Você fosse um pão que dó com 7, entendeu?
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Então nessa relação eu estou mais próximo desse cara
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e mais próximo da própria tonalidade.
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Porque se eu fizer com esse cara aqui, por exemplo,
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a quenda natural, que seria talvez mais inside,
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mas só que nesse contexto ele é mais altificionante.
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E essa é a brincadeira desses dois caras que têm a mesma função.
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A diferença vai estar na tensão.
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Se eu vou botar 10 no primeiro,
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que seria no ano sostenido 9.
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Então, por exemplo, se eu faço o dó,
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o dó 7, 9, 13,