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Sim, mas esses ao falar disso não os dá.
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Não está salindo, mas...
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Um, um, um, um, um, um, um, um...
1:43
Ah, tá do que não estou想ando?
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Tá.
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Um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um, um...
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E entendeu?
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Por que, cara?
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É...
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De pensar que o meu professor a gente está conversando.
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Sim, entendeu?
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Porque pode ser que, da hora, você faz uma parada que eu não estava esperando,
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que eu estou fazendo barato sempre nas pelas pelas.
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Mas, às vezes, é umas duas...
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Opa! E a gente pode, de alguma maneira, a gente se pega depois de soco de novo.
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Então, não é para ficar tudo. Ah, não, não a gente saia, você é para fazer mais.
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Tem uma hora que eu parei. Ó, tá vendo? Que é barata e conflação, né?
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As vezes pinto um negócio e tal.
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Sim. Então, vamos falar.
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Tá.
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Vou dar aqui do puja, tá?
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Quer.
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O que é o que a gente tinha ouro só?
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Ó, você já ouviu falar de...
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Aqui, a gente não sei, 10, que é a triadia, né?
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Triadia de estrutura superior.
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Vamos saber como é que seria inglês, essa estrutura triadia de estrutura superior.
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O que que isso quer dizer?
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Só para você pensar aqui, essa mateira é um pouco ampla, tá?
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Tem muitos assuntos.
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Mas, basicamente, basicamente, é você olhar com a corde, você tentar encontrar uma triadia
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de maior dentro dele.
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Tá?
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Triadia de maior.
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É, uma triadia de maior, tipo um da maior, assim.
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Em instrações, analisando a escala que aquele acorde está inserido.
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Tá?
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Então, por exemplo, para facil isso, dentro do dormenor, por exemplo, você só é o dormenor,
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né?
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Então, aqui a gente usaria o dormenor, o dormenor seria o que a gente chama de dórico,
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né?
17:49
Sim, tudo bem?
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Então, por exemplo, dentro desse dormenor aqui, a gente poderia encontrar, por exemplo,
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uma triadia de me bêmon maior.
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Sim.
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Mas isso aqui não tem uma, digamos assim, uma civilidade, alguma coisa tão assim, né?
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Mas, por exemplo, uma triadia de se bêmon maior, é assim, ele é talvez mais interessante
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porque você poderia pensar nisso do dormenor, e fazer...
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Triadia de aqui.
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Sim.
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Por que eu estou te falando isso, né?
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Quando a gente vai improvisar, por exemplo, a gente pode pensar em triadia, que vão ajudar
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a gente a tocar e aquele alguma, alguma ideia, alguma coisa.
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Por exemplo, se eu estou aqui o dormenor, né, depois eu vou para cá para o façete.
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Dentro desse façete aqui, aí agora já tem umas questões, sim, que a gente entra na
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aquilo que a gente chamaria de escala de acorde, né?
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A gente já está falando um pouco sobre isso, quando eu tenho um acorde dominante, o acorde
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dominante, digamos, ele é a grande...
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Ele é a grande possibilidade a gente ser feliz, digamos assim, com os improvisadores,
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né?