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Mas, está muito gostoso de tocar isso, eu gostei do leão.
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Na verdade, posso ter subido o cidador, eu vou colocar o baixo, o que a gente fica para levar para conduzir a gente, e aí os quadras a gente faz.
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Porque no fundo, eu vou ter a diversão da comba xista, e eu estou bem tocando mais solto também, entendeu?
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Mas, porra, sempre me dá uma boa chada, como eu cheio na porta do alguém, o que é que ele gosta de seguir, a gente não tem nenhuma música, entendeu?
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Pelo menos aqui a gente resolve musicalmente.
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Esse criar uma textura, assim, se a todos está aqui do dia a julho.
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E não, nós ter sim, também. E foi totalmente fora, e você resolveu e falou que duda.
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A distância e distância, e é como onde ele está indo, e, de repente, resolvem, é muito...
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Mas no piano solo, isso, por exemplo, é muito gásimo.
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Você estava aos três passos, você distância aos poucos, mas tanto que quando você resolvem.
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Quando eu desenho, naquele desenho, você vai desenhar de meio e meio então.
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Então, por exemplo, o piano é fantástico para isso, porque isso aqui, por exemplo, que uma das coisas que eu fiz aqui, você vai ter que perceber na hora de compositores como violadores,
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que era música de conceito, e já também, isso é muito exato, mas teve...
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Você vê peças claramente, de casalpeando, que o que estava em jogo na peça, mas exatamente a nota X ou Y,
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é da brincadeira do preto branco, entendeu?
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Fica lá, isso aqui é brincadeira.
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Você sabe, então, pela lube, isso é várias coisas assim, que era uma coisa que o cara pega um desenho.
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Sei lá, vou pegar quatro pretas, mas ele conta um desenho aqui.
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Por exemplo, isso aqui é uma coisa que é claramente pensada por um esquema de um desenho,
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que é um viola visual, uma parada que tipo o cara.
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Então, se você faz uma parada desse tipo aqui, você tem uma jogada de ceta aqui,
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é aqui, tipo, preta, preta, preta, preta, preta, preta, preta, preta, preta, preta, preta,
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que já não daria mais de ser, de ser, de ser.
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E nessa jogada, dessa transposição, que você vai fazendo meio padrão, explorando,
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você disserta a pausa que eu me vai tomando decisões ali, acabo no momento,
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porque você está pensando que vale,
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se é o gesto, é a forma, não é a nota,
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é que tipo, tem um gesto aqui, então, quem vale esse gesto,
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se você mantém esse gesto, e se distancia da música,
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mesmo tempo gesto e ritmo, tempo que está valendo.
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Então, a nota não importa tanto.
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Então, você pode fazer aqui, o desenho é,
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estou pegando, estou começando para a preta,
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se eu estou fazendo aqui, eu fiz isso, mas eu também poderia fazer.
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Então, aí, fico meu acabo de desenho, eu poderia fazer.
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Aqui, eu já fico, o que eu faço?
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Tenho um desenho, penso no tom e semitão,
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porque se eu quer repetir isso aqui, eu tentei que fazer,
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e eu falo porra, na hora que não fico o caô da emoção,
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você diz que você não consegue tomar tanto a decisão.
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Então, você vai ter que falar cara,
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no fundo, estou começando a preta que eu atendendo a banda.
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Então, aí, você não vai nem pensar o que eu vou fazer.
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Então, eu acabo de fazer.
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Vou fazer de mim isso, o que eu não fumo?
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Fota-se, sem isso, isso.
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Cara, o que está valendo é o...
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Outro gesto, vira outra coisa.
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E você vai achar um resolve?
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Exatamente, espalha porra.
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Tá bom, né?
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Aí, você vai chegar.
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Porque também, cara, isso é um que é assim.
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Eu sempre tive...
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Eu tive uma etapa de revinho, qualquer assim.
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Estou tomando água.
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E aí, eu queria esperar para dar umas coisas,
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que eu já não sabia mais onde eu descatava.
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E eu falava cara.
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E agora, aí, aí, às vezes, é isso.