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A composição, tá? Só pra gente organizar um pouco o pensamento, assim, a gente vai trabalhar, tá?
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Como é o teu que é o meu antifasivo? É isso, os problemas é um material, né?
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E vamos trabalhar aí. Mas eu chamo isso material de rasco, né?
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Porque eu acho que vale a pena gente ter outros materials.
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A gente tem um material que a gente acha muito bom, mas a gente precisa de vocês voltando, a gente se repaca, a gente se dizia, e esse que fazita bonito.
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E aí, assim?
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Não tá nem também.
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Quando é um tempo, tá muita coisa. Porque às vezes uma outra coisa, às vezes eu volto pra quem acha bom, às vezes uma outra coisa depois de um outro momento eu acho.
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Então, às vezes uma coisa, ela pode ser só que ela coisa também.
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É um que você não precisa ser lançado de vezes.
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É música, acho que é só uma ideia, né?
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Porque não é o que a gente precisa desenvolver da música.
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Essas que a temolias, essas possibilidades que a música lhe dá.
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Agora, como começa uma situação, cara?
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Mas a gente se faz coisa, assim, que eu falo, que é uma aula que eu tive, né?
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Mas eu acho que o caio é um conteúdo que ele achou, que eu vou fazer um vídeo mais.
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Eu acho que era sobre uma... uma clipe, assim, a possibilidade de que não só pode fazer uma situação.
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Que eu te contei, para olhar, com o que eu acho.
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Aí, só tem essas coisas que eu estou conseguindo, né?
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Quando a gente tem uma ideia de música alguma, assim, pode...
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Pode... pode... pode... né?
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É...
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A ver se é presente, né?
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Então, você pode tomar uma decisão. Você vai pensar que é uma decisão.
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Vou repetir.
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Posso repetir, né?
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O Jazz ele repete muito, a forma lá, porque você tem o A, A, A, e a, fala a letra.
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Meu... na multistinantal, a gente não tem letra.
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Você fala por muito tipo, porque só vai repetir pelo, falar, e tal.
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E no barro, por... e os pedidos, as repetições, ela também, porque as pessoas estavam lançando.
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Então, você tinha que ter tempo.
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Repete, repete.
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E o barro é até hoje, assim, né?
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A gente já tocou para as pessoas lançarem.
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E eu, por exemplo, que eu toquei, vai...
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Eu faz tempo no Rio de Marialas, cara.
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A gente só estava a gente direto.
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Mas não é a fuma, a gente não fala, a gente não não.
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Há uma tomas e uma cantora, amiga minha, não vai arruquindo.
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Está caralho, gente.
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E ela faz... ela fazia um bairro de jair, essa galera lançando...
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E a cara, a cara lançando para a cara...
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E a gente tocou câncita.
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E a cara...
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E rodando em mão... e era muito foda, assim.
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Muito foda, né?
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Fica, fazia muito isso com o sambar, né?
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É fácil, então a gente faz isso.
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Mas tocar no barro de jibisla, né?
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Pespovas vezes na vida, mas a gente faz isso muito legal.
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Pra vezes as pessoas repetem, pra poder ter saia, muito legal, mas tempo, né?
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Pra ver nos seus nossos casos.
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A música Minibarista, por exemplo, é música que você trabalha com muita editções.
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Pequenas mudanças, pequenas variações ao deporrer de grandes tempos.
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É tipo fintiléia, os sacrificados, vamos falar.
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Eu gosto muito de uma vez que não, também que eu chique reis.
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Eu falei desse caso, eu chique reis.
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Por causa de cacinho de bústicos, por isso.
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E eu vou me arrair, né?
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Pra você, porra, tem nada que eu pular e que falta na santa.