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e o muril a porquê colocou lá no grupo, hoje eu abri os olhos, acordei abri os olhos e eu vou nadar
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uma boa filosofia, acordei abri os olhos, vamos celebrar a vida, é uma boa filosofia
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eu estou vivendo a minha vida com a alegria, hoje eu fui médico oparta, um pouco tempo essencial,
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hoje eu abri os olhos, hoje eu abri os olhos, eu abri os olhos, acordei abri os olhos,
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Aí antigamente eu tentava cortar a pizza, era aquele bichando, agora eu vou com a pizza ali,
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eu peço com o garçom cortar, entendeu? Não, você corta aqui pra mim, a francesa, eu fanciou.
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Eu até, eu sou cainhota, aí a mão que eu mostri, eu estou me educando, me relocando pra comer como um direito.
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E o passando escreveu com o lábio, com o lábio, você pia uma lábio, e que é mais fácil, porque a cainheta,
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a cainheta, não dizia a mar, né? Eu estou conseguindo.
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Aí hoje eu fui no meu pato, então o método de avejo do homem, que é o patrário,
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aí eu faria isso, me estremou em cinçatilão, na minha educação, que pode te ajudar,
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aí eu já fui me dar farmácia alto, peguei na rua do Guaiã, na mão dele fazer o remédio,
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a terça-feira vai ficar pronta, já fui na terapia, que já tarde ele já viu o botão,
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vim pra cá, lá é três horas, estou querendo marcar terapia de família, na minha filha da chia,
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de confusão com os irmãos, acabou tendo, como o ódio do bicho, quando a gente está ingrenando no assunto,
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tempo a calma.
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Ozei, sabe por aqui que acabou? Você voltou a morrer?
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Deu? Obrigado, mais de um de quatro horas.
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Obrigado, é!
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Obrigado, é!
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Obrigado, Antônio, pelo coberto, pelo serviço, o moro de lão.
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Obrigado.
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Obrigado, Antônio, por aqui.
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De operação só por hoje, o dia de cada vez, tá até a minha terapia agora, com mine,
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no caso da minha mãe, né, para o meu de edição, do ele.
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Eu tenho a feio, para nós que obremos, que eu estou passando, e cuja autoridade é minha,
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eu não posso mais culpar a Deus, culpar a vida, ter que ser Hisá falando,
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ter que ter de pai de mãe, é a coisa que eu fazia muito, né?
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Eu sei que eu era a vítima da essua com os classos, que eu me abriu com a coisa de mão
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que eu, foi uma das coisas que eu aprendi, me responsabilizava sobre a minha vida,
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né? A vítima, eu gostei de ver.
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Eu não sou marido, mesmo a vacina, que eu queria se recuperar, mesmo assumendo,
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fazendo minha maria, né?
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Eu estou falando, né, sobre essa dificuldade de mim,
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de dar com o dia, de dar com o sétimo, principalmente a minha.
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Antigamente, eu botava até o meu marido, do meu som, de todo mundo,
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bom, pelo menos hoje eu sou ferraminha.
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É raio, né?
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E o lado, né?
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Um, dois captores de serrasa, nem o meu marido sabe disso, é sobre quem eu falo.
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E ele sempre falou que eu não podia ter carregado,
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porque ele faz sempre.
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E se eu estava conversando com ela, ela me falava assim,
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qual o problema que eu tenho, né?
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E quando a gente pensa assim, sempre quando eu comece a ficar assim,
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a minha vida aí, isso, minha vida não tem que eu quero.
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Ai, eu queria, eu podia, principalmente quando eu comece.
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Eu podia estar muito melhor, meu apartamento,
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muito melhor, e com dia.
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Eu poderia ter usado o meu fundo de garante, que eu joguei fora sem mês,
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depois de 30 anos do sétimo, que eu me afusei,
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que eu continuo aí trabalhando, podia ter dado uma informada,
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naquele apartamento, e eu botei o dinheiro na risa,
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né?
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E sem contar, né?
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Quando eu recebi, quando eu me aposentei de vez,
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eu recebi uma propança.
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A gente passava a recebi, eu sento de pensão, eu recebi uma propança
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que você tem no fundo de pensar com a série sério.
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Eu também até hoje não sei muito como eu fui usar aqui,