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Enfim, por que eu estou falando desse tojeto, que é um tojeto de piano solo?
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Aí tem um amigo meu pianista, super pianista, super, é tudo duro, enfim...
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Que é que eu estou falando, eu posso fazer de trio, não?
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Aí eu falei, cara, a gente vai chegar na trio, mas por enquanto a gente só tem condição de fazer um piano solo.
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Por que? Porque a gente precisa saber onde a gente vai atuar e quais são as questões e os símbolos que estão daquele jeito que eu vou atuar.
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Porque você está tocando de piano solo, que às vezes você estava pensando em vez como se fosse um trio.
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E aí você está sentindo o falto do baixo, e aí a gente não sabe muito bem o que fazer.
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Eu não sei se o caso se compra bicicleta, se eu entendeu.
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E aí fica desse.
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Por que? Por conta desse lugar que eu te entendo, assim, é um certo lindo da improvisação com a ver forma mais definida,
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mais rígida, como uma peça já escrita.
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Você pode mexer na interpretação, mas as notas já estão peste a veressina.
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Tocando diais não é assim.
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Então, a gente tem que tomar cuidado, porque às vezes o a gente está exigindo demais da gente
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e aí a gente fica meio sem saber muito bem pra onde ir.
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Aí a gente não consegue nem fazer bem uma coisa nem muito bem luta.
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Por que, cara? Aldefins de ó.
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E o wave, por exemplo, são duas músicas que se a gente falou de fazer piano solo,
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porque o piano solo é o lugar que existe mais da gente.
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É tipo, entendeu? É um lugar que você vai ser mais agigido, tepnicamente, entendeu?
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Então é por isso que poucos também se aventuram isso.
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Poucos se aventuram isso. O trio, ele é mais ali.
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E tem uma coisa de estar também com outros dois músicos que eu acho fantástico.
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Não é que o trio seja exatamente mais fácil.
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Não.
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O responsabilidade é de quinta.
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É, é porque o trio, você tem outros dois caras que estão jogando junto com você.
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Então, você pode tirar a mão da mão esquerda e fazer um...
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Não, não tira a mão, entendeu?
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Isso não está rolando.
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Como você, sim, você acontece.
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Sim, você também acontece.
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Mas se você está de piano solo, a gente sempre fica meio ocupado de ocupar todas as camadas da música.
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E aí, isso é o primeiro período.
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Isso é o primeiro período.
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Todas as camadas não precisam ser ocupadas.
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Não precisa. Isso não é fazer música.
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Isso é querer...
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Isso é querer jogar tinta numa tela.
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Isso é querer ocupar espaço, entendeu?
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Isso não é necessariamente fazer música.
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Você entende que estou falando?
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Entra.
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Porque quando você vai tocar de piano solo,
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você tem um universo de coisas, um universo de possibilidades,
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mas isso é inscável.
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Anílio de estudo.
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Anílio de estudo.
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O que eu iria para o porco?
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Essas vão tocar de trigo.
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Aí, a gente sempre que poder vai estudar com o trio.
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Com o Arielio, ou eu lá, um baixa bateria,
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com o imaginento, estuda.
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Ou faz só um estudo técnico.
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E, mais, tocar a pensança,
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você está tocando com um baixa em uma tela.
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Isso eu faço aqui com os meus amigos aqui.
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De vez em quando a gente marca um saigo,
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achando uma tela amigo meu,
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baixo foi, baixo é o síntida, a gente fica tocando.