4:13
Eu estava tentando criar um solo bem simples, mas que indica a harmonia, que eu consegui,
4:24
eu acho, nessa parte, esse remol, bem para meu ouvido indica essa corda, um pouco atrasada,
4:38
e essa parte repetindo, mas essa parte aqui, estou tentando descobrir como mostrar a harmonia,
4:49
porque essas cordas a mudança não é muito forte, porque não estou conseguindo achar um sequência,
4:58
alguma coisa, eu queria, deixa eu entender aqui mais ou menos o que está louco, mas...
5:25
As notas são essas mesmo que você está colocando, primeiro quero ver se você concorda aqui a primeira parte.
5:51
Esse, esse reenatural, esse só o bemol, não, aqui tem que ser um rebemol, não é?
5:58
Ah, se você é um rebemol aqui, não faz, sim, aqui também seria anuana, aqui é um cibemol, não,
6:13
que tem que ser um cibemcoado, ou talvez uma sétima, e aí esse faz, como você tem,
7:08
aí que está, para você falar mais de harmonia, tem uma questão que aqui te atraparem um pouco,
7:19
que é a nota forte, é o tempo forte, o tempo forte, se você não usa a nota do acorde,
7:31
você está sempre usando uma nota de passagem ou cromática, aí você se distancia da harmonia,
7:41
então aqui, por exemplo, esse aqui é muito perigoso, você vai jogar esse labemol, esse cibemol e esse cibemcoado,
7:50
porquisa que está, as três notas estão fora do acorde de cibem menor.
7:55
Não, esse tudo é para dizer, eu não estou conseguindo.
7:59
Ah, tá, tá, tá, beleza, beleza.
8:02
Então queria mostrar essa parte e dizer, não sei se é mais fácil no piano,
8:07
ou aqui, mas é para, assim, na lida é assim, é menor para só...
8:20
Tá, então olha só, vou te passar um exercício, e te falar uma coisa,
8:25
assim, que aí você pode sentir até a lírio de desenvolvimento, porque assim,
8:34
quando eu comece a ouvir isso aqui, que você está fazendo, né, a lírio de...
8:59
Então, o que acontece, a gente, acho que tem dois problemas aqui, tá?
9:04
O primeiro problema é um pouco desse lugar, né, de algumas notas,
9:10
já estava em fora do tempo forte, tal, e isso, mais especificamente aqui.
9:20
Aqui, a gente botou um sustenido 11, mas ele tem um sustenido 11 aqui no grave também,
9:25
então isso aqui é um pouco problemático, talvez esse arpejo,
9:33
não é um arpejo que dita muito harmonia, você tem a sétima,
9:37
você só tem a sétima, sustenido 11, então, se tem mais coisas aqui,
9:42
que talvez seria melhor, talvez esse redemô me dá uma nível mal,
9:51
você não cansa o original, o jubim não faz muito nessa parte, né?
10:02
Porque isso aqui é uma linha de passagem, ele não tem nada muito a acontecer ali,
10:07
eu estou falando mais a nível do teu improviso mesmo, você botar uma frase ali em cima,
10:12
tá? Mas para mim, o mais problemático aqui, nesse caso,
10:20
a gente tentar desenvolver isso, é o discurso ritmico e ele está confuso,
10:29
porque você entra num salto descendente, você vem com dois grupos de seninho,
10:35
mas depois você põe uma coisa, depois você põe ritmicamente,
10:38
ele não está dizendo dialogando muito com que seria essa boça nova e tal.
10:47
Então, aí que a gente entra naqueles que a irmã que a gente estava falando,
10:50
que você dialoga um pouco com a história da composição com aquela coisa
10:54
do vetor do ritmo, entendeu? Como que a gente vai dialogar isso?
11:04
E aí que eu acho que a gente poderia pensar numa forma mais, digamos,
11:15
mais idática de você desenvolver isso, porque tem duas coisas,
11:19
uma é o discurso, fazer lógico, e outra é essa intenção pouca,
11:23
é que ela faz um improviso que, de certa forma, esteja descursando com a harmonia.
11:32
Essa coisa, ela também se conecta um pouco com a questão ritmica, entendeu?
11:36
E de como você chega na nota do próximo acorde?
11:40
Porque se você for pensar nesse discurso harmonico,
11:44
você não pode pensar nesse discurso harmonico, um acorde por vez.
11:49
Você tem que pensar na onde você vai chegar também, entendeu? No próximo.
11:54
E aí fala, sempre é um tal no nosso?
11:58
Sim, eu estava pensando que talvez eu esqueci o nome dessa,
12:04
essa é a mínima, a mínima, talvez melhor fica com a mínima só,
12:10
nessas coisas no ritmo, para ficar mais simples,
12:13
porque não precisa tudo esse vobado.
12:16
Não precisaria, não precisaria, isso também é uma forma.
12:22
Uma coisa que a gente pode fazer, que você pode fazer também,
12:26
é, por exemplo, isso aqui.
12:33
E aqui a gente pega uma célula ritmo em cada bosta nova,
12:41
por exemplo, que seria...
13:02
E aqui você vai ter sempre...