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Vamos fazer um pouquinho mais lento, só para a gente conseguir manter, você conseguir
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pensar um pouquinho antes de chegar, porque às vezes, como você ainda dá uma engajadinha
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assim, não é uma passagem para outra, vamos fazer um pouquinho mais para trás, só para
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conseguir raciocinar que pode ser, pode ser assinada, tá contável, mas pode ser bom.
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Mas, querendo, pode dois pontos.
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O que você tem?
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A gente tinha um falta de, naquela última, não foi?
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que é a casa dos que é um recete em um lugar que sente que está faltando uma aumentação
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como se fosse isso aqui como se fosse isso aqui eu acho que pode ser também que é fazer com o quarto grau a gente faz
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é porque eu acho que eu pegui em um buchinho não tem, não tem assim, mas já tornem com músicos que fazem
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e então assim pode se ter ou não, se já ficar, se alguém fizer você teria aqui a vez tem, a gente fica esperando
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porque a gente está acostumada pelo rismo arbônico da música como ela está vindo, mas já acho que não precisa não
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olha só aqui o que eu te falar desse aqui que você tem, olha
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isso aqui, você tem um sol bem molho, você pode fazer, né que seria um sol bem molho, fica mais fácil de você fazer
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pensar assim, você não precisa tocar o próprio, pode isso faz, aí depois o sol bem molho, aí o fato, aí o nibro,
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se aqui você pode pensar, você tem um milho de sete, vai ser um milho de baixa, né, tenta fazer, é um nibemol que é isso aqui
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que seria nesse pedaço que você consegue fazer com melodia e a mão esquerda, aí o sol pode esse, o sol doi, você cai junto com a mão esquerda
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isso que você queria não me bemol, que é esse aqui, vai mais uma vez só para decolar
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muito boa, depois de trabalhar no mundo na semana, comecei a ouvindo, eu pensei que não sou improvisar, mas estava ouvindo coisas, olha só
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então, eu ia propô da gente tentar improvisar, primeiro assim, primeiro lugar para você tentar improvisar, a gente imaginar a escala do centro tonal, a gente está em som menor,
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essa música ela fica ajudando em som menor e se bemol, como é que é escala de se bemol melhor, e aí de som menor? Você sabe de som menor, armonico?
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não, e nem sei a diferença entre os dois que eu cabei de tocar
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se bemol é biflette, se bemol é biflette, se tem, ton, ton semitão, ton, ton semitão, escala maior
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escala menor, ton, semitão, ton, semitão, ton, menor natural, se a gente fosse fazer, é porque se bemol, e só digam que são as escala relativas
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por isso que é ólica, mas são as escala iguais, não, elas não são em paz, elas são relativas, porque a relação de menor, completamente diferente
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você falar que você vai tomar um símbolo maior, você fala que ela está em som, que ela está em menor, não tem nada a ver
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essa música, o tonismo está em som menor, ela tem uma entinação do cibemol, mas ela está em som menor
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ele é claramente isso, ele é claramente uma música menor, e o final mostra, ele é claramente uma música menor
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num determinado momento ela tem uma entinação para esse lugar do cibemol maior, que é um lugar desse relativo, mas ela não mudula, ela não está nas duas polaridades, é só uma pequena entinação
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porque se a gente fosse fazer da escala de cibemol, de fletme menor, seria, cibemol né, ai bom, semitão, ton, semitão, essa escala de cibemol, diferente, cibemol maior
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então o que acontece, essa música, por ela estar em som menor, que é essa escala aqui, ou a parte da música você vai poder usar essa escala, e vai funcionar
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até acho que não vai funcionar, e acho que também dá uma passada batida, você sabe de par, tá bom, esse cara faltou uma olinha ali, mas vai estudo bem, não deu o mesmo
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daria conta porque essa música ela está meio que dentro, meio da tonalidade, então, então quando a gente começa a improvisar, não fundo, o que a gente precisa, é meio que se soltaram, porque a gente fica pensando que, bom, que a gente precisa, sabe fazer um super improviso
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e esse é o problema, às vezes, das pessoas que vão começar a improvisar, eles não conseguem se permitir, se permitir ser bobo, se permitir, ah, porque a gente está ouvindo aqui, não, perda, a gente está ouvindo aqui, ainda gosta, caralhada, isso aqui, mas só que aquilo ali, é um processo também, sabe, é uma busca, porque é uma busca de, na verdade, você se permitir se soltar
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fica eu estou te falando isso, e vou te passar uns exercícios de improvisação, improvisação não é um negócio, caralhado, estou inspirado, vou improvisar muito
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não tanto, dentro que a gente inspiração sim, você tem que estar ali, de uma certa maneira, a fim de fazer um negócio, mas tem muita exercício, também tem muita coisa pra gente desenvolver
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então, se você pega essa música, como o outro espalhante, aqui, aqui, a gente teria um problema, um único problema, porque aqui entra uma nota que não tem na escala, qual é?
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o resto estava tudo insilido, não estava, estava tudo dentro da escala de som menor, todos os acordes, quando você aparece um remo maior, 7,
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que é a gente precisaria de uma segunda escala, para dar conta desse improviso, que seria escala do sol menor, armonico
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que seria a escala é do sol, tom, semitão, tom, semitão em tom e meio, semitão
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essa escala, é a escala que é chamada menor, da armonica, uma das escala mais antigas, que tem uma história da música, que tem grandes questões, que tem a história da mediafalca, que é a sinalidade,
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da nossa idade, muitos anos, naquela época de hoje, por exemplo, que você tinha a música, que se utilizava dessa escala, só que muitas estâncias na mediafalca,
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naquela coisa que me devolves, é da uma música que talvez representasse o demônio, então você tinha uma coisa de ser, dessa variação que você tem, dessa escala
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a escala é muito usada, música e famenca, por exemplo, de música, aquela área, a música indiana, a música, acho parte de vários contextos,
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porque quando a gente fala de tom menor, o quinto grau, se você está falando aqui do sol menor, o rei, você tem o rei menor, a escala de sol menor, armonico, é que vai dar conta, uma forte maior eliminante, que é que você tem a preparação
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então, o que a gente vai usar para entrar nessa música? Duas escalas, mas no momento que a gente se preocupe com uma só, porque na verdade são duas escalas que é a diferença, que é uma nota, que é,
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porque quando chegar no rei maior, se liga que tem o fascinino, mas, se você usar o fara natural, não tem problema, não é um exatamente errado, até porque a gente vai ter escala dominante que você vai usar a nota fara natural e o fascinino juntos, em vários momentos elas já lojam juntos, não com ser maior de menor, mas para ser a nota sustenida e tal, o fara,
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então, o que eu vou propor de você tocar o tema da segunda vez, você vai manter os acordes aqui, e aí você pode improvisar, por exemplo, usando uma figura rítmica, por exemplo,
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eu posso improvisar tocando só semínimos, aí eu vou e faço, e você vai usar escala, só não, você vai usar só semínimos, você vai mudando, você está criando a melodia, você vai nadar, você vai nadar na piscina dentro da raia, você vai nadar na piscina,
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aí vai até ali e volta, você sentiu que você tinha uma forma, quando você estava bem improvisando, perço de que eu fui um sátima ou um sistema que tudo sentiu perfecto,
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estava, estava, estava tudo meio que encadiado, né?
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É, então, é, por eu aí, aí que entra bem cadeira, né?
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A brincadeira da improvisação é você ir mapeando esses caminhos.
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Porque por exemplo, eu vou improvisar,
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por eu já sei várias coisas que funcionam, sabe?
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Que na verdade é a improvisação, mas não é.
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Mas é também, sabe? Não é um negócio tipo ar-rígido, isso não é rígido, sabe?
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A improvisação tem muitos pesquisadores de se devolução sobre isso, sabe?
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Porque ela tem que ir de uma criatividade mesmo, alimentando, mas a ver se as pessoas perguntam,
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por aquilo ali é espontâneo mesmo, mas também não é, sabe?